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É uma revista virtual cristã, para a qual escrevo, e que dirijo. Será um prazer te-lo como visitante e assinante (é gratuita) 

 
 



Fico feliz com a sua visita a este website.
Eu o convido a conhecer um pouco mais do que Deus me tem dado fazer, produzir e viver.
 
Filhinhos de papai, escravos do pai ou Filhos do Pai?
É assombroso como tem crescido o volume dos apóstolos da graça. Não os que pregam a graça bíblica, a graça salvadora e transformadora. Falo dos que usam a graça como a  desculpa que precisam para validar seus ministérios, para explicar seu proceder sempre sob  algum questionamento, para calar os contrários (às vezes puritanos demais, mas contrários). Pastores e líderes sendo investidos de autoridade sem qualquer preocupação com o atendimento à qualificações bíblicas, exacerbam-se não por um proceder exemplar, mas por um discurso ‘cheio de graça’ que acusa de legalismo todo e qualquer oponente que ouse importuná-lo.  Se Paulo recomendou a Timóteo: ‘ora, ninguém te despreze por ser jovem; mas, ao contrário, seja um exemplo para todos’, hoje em dia, se quisesse jogar na moda, Paulo teria que reformular: ‘olha, se algum legalista te desprezar, diga que ele não sabe o que é viver debaixo da graça’!
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O ansiolítico de Deus
Gosto bastante de pensar que o processo de colocar nossas ansiedades ao pé da cruz traz-nos a paz de Deus. E Jesus Cristo, em pessoa, passa a tomar conta de tudo e guarda consigo e protege do mal as nossas vontades, as nossas intenções, a nossa inclinação em fazer isso ou aquilo, e nos mantém em juízo perfeito.
Não sou piscólogo ou psiquiatra (acho que, se vestir branco, vão pensar que sou  no máximo um açougueiro).. Mas sei como sou ansioso e como esta ansiedade pode me tirar do juízo perfeito, do equilíbrio, do estado normal, me fazendo tomar decisões e atitudes pouco pensadas e de consequências drásticas e indesejáveis.
Às vezes imagino o quanto de lucro o mercado farmacêutico de anti-ansiolíticos perdeu quando obtive de Deus este santo remédio.
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Esteira parada não emagrece
...não que eu tenha me convencido a malhar duas horas por dia, mas porque, ironia das ironias, estava eu assistindo um filme na TV com minha esposa, quando aparece um comercial de um banco falando exatamente isso: ‘esteira parada não emagrece’. Os sonhos não se tornam realidade se não lutarmos por eles. Não chegamos ao destino se não colocamos o pé na estrada, e etc, etc.
Acabamos de passar pelo dia em que alguém diz ‘adeus ano velho, feliz ano novo’. A  festa traduz a nossa vontade de apagar o que de ruim aconteceu e ficar só com o que de bom faremos. Erros? Só no passado! Acertos? É só o que teremos de hoje em diante! Que ninguém nos segure.
Mas a esteira continua parada, e nós ganhando peso. Os sonhos seguem sendo sonhos, como se esperássemos alguém para nos acordar trazendo, junto com o café na cama, os sonhos já realizados e prontos. Choramos por não estarmos lá...
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Qual seria o balanço de fim de ano do inferno?
Alguns de nós certamente estão acostumados com reuniões de resultados empresariais, onde diretores e gerentes se esforçam por mostrar o que de bom foi feito e por esconder, de todas as formas possíveis, as desgraças. E é também comum em algumas empresas o presidente fazer ao final do ano um pronunciamento de como se vê a situação e quais os vislumbres para o ano seguinte.
Outro dia fiquei imaginando como poderia ser a reunião deste final de ano do inferno, ainda mais em vista do que anda acontecendo nas nossas igrejas... Aqui fica um devaneio...
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Esta é a capa do meu mais novo CD, lançado ao final de 2006.
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Calma... o domingo está a caminho!
... tive uma dia de sustos e decepções. Contratos fechados foram suspensos, o dinheiro deles, tão esperado, não viria mais tão cedo. E eu havia agradecido a Deus quando fechamos cada um destes contratos... será que Deus não tinha nada a ver com eles? Certos projetos com os quais sonhava mostraram-se inviáveis... Enfim, foi um dia terrível. Fui pra casa à noite com um gosto estranho na boca, com muita dúvida no ar.
Mas me lembrei de uma música antiga de um americano chamado Carman, cujo título é ‘o domingo está a caminho’. A música descrevia, com certo humor, toda a festa que o diabo e os demônios estariam fazendo após terminada a etapa da cruz. Festa que acabava tragicamente (para eles) no domingo pela manhã, claro. E a canção terminava dizendo que ‘quando tudo parece com a sexta-feira à noite, relaxe... o domingo está a caminho’.
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Quem sabe não foi pra isso...?
... p
or habitar e circular entre o mundo empresarial e o ministerial há 26 anos acho que já aprendí a não me assustar com as anomalias. Aprendí a ver o que há de excelente em cada lado, e fugir do que há de mau. Aprendi que Deus é Senhor de ambos, e se ficamos vez por outra surpresos com o que vemos, jamais veremos Deus surpreendido com o que há. Ele sabe, e segue no controle de tudo.
A verdade é que Deus nos coloca onde estamos com finalidades que Ele conhece há muito, e que nos revela aos poucos. Como Ester, talvez eu e você tenhamos sido plantados em terreno específico, e mesmo que não consigamos ver ‘quais podem ser as intenções de Deus’, Ele as tem, por certo.
Enfim, temos nossas lições de casa. E é justamente para uma delas que eu quero agora lhe chamar a atenção. “Quem sabe não foi pra isso que Deus lhe colocou onde colocou?”
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Estou “grávido”... e acho que Deus também!
Não sei quanto a sua, mas minha vida me oferece uma série de exemplos a me convencer que o melhor chegou sempre das mãos de Deus, após uma certa – e por vezes longa - jornada de sonhos gestados pacientemente em meu íntimo, em meu coração. E quantas não foram as vezes em que insistí com Deus para que o período de gestação fosse reduzido, facilitado, ou mesmo eliminado. Afinal, minha ansiedade sempre me disse que a melhor hora é agora, por que não?
Bom, Deus não pensa como eu e você pensamos...
Folheando mentalmente meu álbum de cenas vividas...
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Dedico esta parte do website ao pedaço do céu que eu tenho em casa - Thelma e meus filhos, Ricardo, Marina e Cristina. Veja mais fotos no álbum de família. Sei que esta é uma área que interessa mais à família e amigos mais chegados, mas esteja à vontade. Você é meu convidado
Este é o meu penúltimo CD lançado (em maio de 2005). Clique aqui
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A canção do bobo-alegre e a canção de quem se alegra
Há uma onda de animadores de auditório nos nossos dias. É o único nome que consigo dar a alguns que dirigem o período de louvor nas nossas igrejas por aí. Cada qual com seu estilo peculiar, fazem de tudo para promover uma festa. Pulam, dançam, cantam, gesticulam, pedem pro povo cantar mais alto, pedem pro povo ficar alegre, sorrir, pedem pra sair do lugar e abraçar o vizinho, ameaçam quem não está cantando de vir cantar sozinho na frente, choram, fazem caras e bocas, pintam e bordam. Só não me parecem saber muito bem o que fazem. ’Fique de pé, meu irmão, sorria para quem está do seu lado e juntos vamos cantar, alegremente e com voz bem alta, o próximo hino’. ’Esta é a casa do Senhor! Quando entramos na presença do Senhor, devemos sempre estar com alegria e fazendo festa’. São frases que eu e você já ouvímos. Mas será que elas trazem algum efeito?
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Vamos abrir uma igreja?
’São Paulo abre uma igreja a cada dois dias!
É a manchete que saiu Folha de São Paulo, no último dia 28 de janeiro (de 2006), em texto escrito por Daniela Tófoli. Mais do que ver neste texto um retrato fiel da cidade onde nascí e viví quase toda minha vida, vejo nele a triste realidade na qual estamos metidos. Veja um trecho do texto: ”
Uma igreja para punks e góticos. Uma para surdos. Outra para quem gosta de black music. Mais uma só para gays. Em São
Paulo, só não vai à igreja quem não quer.  A cada dois dias, pelo menos um novo templo é aberto na cidade, sem contar os que funcionam sem nenhuma autorização em garagens de casas
Como se chega a esta estatística de ‘uma igreja a cada dois dias’? Pelos pedidos de isenção de IPTU...
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Música ou ministério?
"
O único ‘ministro de música’ acerca do qual o Senhor dirá: ‘Bem está, servo bom e fiel’ é aquele cuja vida confirma o que suas letras estão dizendo, e aquele cuja música é a parte menos importante de sua vida. Glorificar ao único que é digno tem de ser o mais importante objetivo do ministro." São palavras de Keith Green.
Olhando para o que se tem praticado nas igrejas e no meio cristão brasileiro, vemos algo – no mínimo – estranho. É certo que não encontraremos ninguém que afirme discordar da frase de Keith Green, mas daí a encontrar alguém que demonstre esta realidade no seu dia a dia... É duro. É difícil. Para viver esta realidade há que se caminhar contra, remar contra a maré do mercado, desafiar empresas gravadoras e promotoras de eventos, enfim, ser um calo no pé de muita gente.
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Quem sou eu, afinal?
Você é um músico, artista, pregador de renome? Andam lhe descrevendo como ‘um grande homem de Deus’? Cuidado, meu caro, cuidado. As pessoas tendem a ver só o que você apresenta quando está de banho tomado, de cabelo penteado e com a barba feita. E tendem a afirmar coisas baseadas nestas versões, digamos, favoráveis a sua pessoa. Acredite nelas e você corre grandes riscos de se superestimar.
Melhor sempre levar a sério o que dizem sua esposa e seus filhos. Eles tendem a ser mais realistas e menos puxa-sacos, pois lhe conhecem muito bem.
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Adoração de entretenimento?
...quando usamos a letra de nossa música para algo além de entreter, revelamos aspectos da vida que temos com Deus, descrevemos como Ele nos ajudou a vencer desafios, vales e abismos, e como ajustou e tem ajustado nossa vida. São letras assinadas, que pressupõem o compromisso que existe entre o autor e Deus. E que, para serem cantadas de forma atenta, também pressupõem o mesmo compromisso por parte de quem as canta.
Não estou pretendendo aqui eliminar a música
de nossas vidas e ministérios. Mas proponho um ‘basta’ a esta cultura consumista de compor e cantar músicas para animar baile de crente. Um ‘basta’ à ‘adoração de entretenimento’!
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