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É uma revista virtual cristã, para a qual escrevo, e que dirijo. Será um prazer te-lo como visitante e assinante (é gratuita) 

 
 


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Vida Cristã em geral
artigos listados pela ordem alfabética do título

(clique sobre o título para acessar o artigo)

  A escolha é nossa
...quando as coisas que me cercam dão errado, quando o céu fica pesado, quando as coisas parecem ir contra o ideal. Cair no pessimismo é a parte mais fácil. Ser realista é menos fácil, mas não é difícil. Duro mesmo é ser otimista. Mas tenho pedido a Deus ‘para que me ajude a querer querer’. E Ele tem me ajudado, me ensinado, tem me feito querer querer.
É um processo. É disciplina. Vai contra o que o meu coração quer, mas rapaz.... é bom e faz um bem danado. É uma escolha a ser feita por nós. Ou decidimos reclamar que tudo vai mal, (e indiretamente colocando a culpa em Deus), ou decidimos lembrar do que vale a pena lembrar: que Deus sempre esteve e segue no controle, que tem o melhor destino para nós, e que já garantiu dias melhores e eternos.
  Anestesiando a consciência
Anestesiada... insensível... incapaz de reagir. É isso o que posso acabar fazendo com a consciência quando repetidas vezes eu a ‘entorto’. Vou levando, vou levando, e dia mais, dia menos, acabo matando o ‘grilo falante’. E aí começo a experimentar de tudo, fazer de tudo, achando que tudo é bom, pois meu sistema de valores já se foi...
  Bem vindo ao bom combate! Bem vindo à carreira!
- Está aí a estrada! Siga por ela!
- Como assim, Senhor? Para onde esta estrada me leva?
- Por enquanto creia que ela lhe leva para onde eu quero que você vá. Siga por ela. A medida que você avançar pelo caminho, é natural que você fique sabendo de mais coisas.
- Mas, Senhor, eu preciso saber onde esta estrada vai dar...
- Pensando pelo seu jeito velho de viver talvez você precisasse mesmo saber, afinal, você estava sozinho. Mas agora confie em mim. Eu sei onde esta estrada vai dar, e é por onde eu quero que você ande.
- mas já que o Senhor sabe, qual o problema do Senhor me dizer o que eu quero saber?
- tenho lá minhas razões, meu filho...
  Calma... o domingo está a caminho!
... tive uma dia de sustos e decepções. Contratos fechados foram suspensos, o dinheiro deles, tão esperado, não viria mais tão cedo. E eu havia agradecido a Deus quando fechamos cada um destes contratos... será que Deus não tinha nada a ver com eles? Certos projetos com os quais sonhava mostraram-se inviáveis... Enfim, foi um dia terrível. Fui pra casa à noite com um gosto estranho na boca, com muita dúvida no ar.
Mas me lembrei de uma música antiga de um americano chamado Carman, cujo título é ‘o domingo está a caminho’. A música descrevia, com certo humor, toda a festa que o diabo e os demônios estariam fazendo após terminada a etapa da cruz. Festa que acabava tragicamente (para eles) no domingo pela manhã, claro. E a canção terminava dizendo que ‘quando tudo parece com a sexta-feira à noite, relaxe... o domingo está a caminho’.
  Chega de amor canalha!
Ruas, casas e histórias estão cheias de Rondinaldos e Valdineis. Canalhas de carteirinha que aproveitam-se de saber que suas companheiras tem algum tipo de  dependência deles. Que gostam deles e ainda acreditam ser possível viver uma relação amistosa e amorosa, tal como viveram nos primeiros dias. E certos desta propensão de suas companheiras ao perdão, vão vivendo além da linha do razoável, praticando abusos e mais abusos. Avançando o sinal. Tendo como único valor o interesse próprio, pouco se importando com os demais.
Canalhas.
  Constância: felicidade ou desgraça?
Permanecer seguindo na mesma direção. Perseverança. Característica de quem é constante naquilo que faz, que não se desvia do alvo estabelecido.
São palavras e frases que explicam um mesmo conceito: constância.
Mas constância por si só não é necessariamente uma qualidade. Ser constante no erro é reincidência. Quanto mais permanecemos em um caminho errado mais nos distanciamos do ponto de partida e, possivelmente, do alvo correto. Ser constante só por convicção não é grande coisa; pode ser burrice, pode ser teimosia. A questão é: ser constante “no quê”?
  Deus tem algo bem melhor!
É muito comum assistirmos cristãos tomarem alguns textos bíblicos conhecidos para justificar as atitudes e posturas que tomam. Pena que nem sempre é o que Deus quer dizer. Em outros casos, a aplicação ou interpretação fica aquém do que realmente Deus quis e quer dizer. Enfim, o velho “texto fora de contexto que acaba não passando de pretexto”.
  Em quem vamos colocar a culpa?
Fazemos todas as asneiras do mundo, mas sempre corremos a buscar algum culpado. Alguém que possa atenuar o ônus que sentimos, alguém em quem possamos descarregar a frustração, a fúria, a decepção que sentimos por conseguirmos fazer ou ser o que queremos ou precisamos. Mas, quando culpamos aos outros, quando criticamos ‘o esquema’, quando tentamos nos justificar por nossos erros, o que estamos fazendo? Não estamos dizendo (ou supondo, assumindo, imaginando) que Deus também foi pego de surpresa? Que Deus não tem ação contra ‘o esquema’?
  Esteira parada não emagrece
...não que eu tenha me convencido a malhar duas horas por dia, mas porque, ironia das ironias, estava eu assistindo um filme na TV com minha esposa, quando aparece um comercial de um banco falando exatamente isso: ‘esteira parada não emagrece’. Os sonhos não se tornam realidade se não lutarmos por eles. Não chegamos ao destino se não colocamos o pé na estrada, e etc, etc.
Acabamos de passar pelo dia em que alguém diz ‘adeus ano velho, feliz ano novo’. A  festa traduz a nossa vontade de apagar o que de ruim aconteceu e ficar só com o que de bom faremos. Erros? Só no passado! Acertos? É só o que teremos de hoje em diante! Que ninguém nos segure.
Mas a esteira continua parada, e nós ganhando peso. Os sonhos seguem sendo sonhos, como se esperássemos alguém para nos acordar trazendo, junto com o café na cama, os sonhos já realizados e prontos. Choramos por não estarmos lá...
  Estou “grávido”... e acho que Deus também!
Não sei quanto a sua, mas minha vida me oferece uma série de exemplos a me convencer que o melhor chegou sempre das mãos de Deus, após uma certa – e por vezes longa - jornada de sonhos gestados pacientemente em meu íntimo, em meu coração. E quantas não foram as vezes em que insistí com Deus para que o período de gestação fosse reduzido, facilitado, ou mesmo eliminado. Afinal, minha ansiedade sempre me disse que a melhor hora é agora, por que não?
Bom, Deus não pensa como eu e você pensamos...
Folheando mentalmente meu álbum de cenas vividas...
  êta legalismo!
Como se perderam os fariseus, e que por isso foram duramente condenados por Jesus. Gente que fazia de sua vida zelar pelo cumprimento de práticas e mais práticas, ritos e mais ritos, métodos e mais métodos. Eram os religiosos que impunham pesados fardos ao povo, ensinando que o cumprimento detalhado de todos, sem exceção, levaria ao cumprimento da lei de Deus. Método que até por eles mostrou-se falho, pois sempre foi mais fácil parecer ser do que ser de verdade.
  Eu quero mais é ser radical!
Francamente, acho melhor ser assim do que ir vivendo em cima do muro, fugindo de bola dividida, fugindo de assumir uma posição. Melhor do que viver na busca do meio termo, sem antes verificar qual é o comando que vem da raiz. Melhor do que ser um dos galhos que, para ficarem de bem com as folhas e os outros galhos vizinhos, desconectam-se da raiz. Famintos buscando agradar a outros famintos, na ilusão de que talvez eles possam se alimentar uns aos outros. Cortam o canal de alimentação e não sabem porque morrem de fome!
  Filhinhos de papai, escravos do pai ou Filhos do Pai?
É assombroso como tem crescido o volume dos apóstolos da graça. Não os que pregam a graça bíblica, a graça salvadora e transformadora. Falo dos que usam a graça como a  desculpa que precisam para validar seus ministérios, para explicar seu proceder sempre sob  algum questionamento, para calar os contrários (às vezes puritanos demais, mas contrários). Pastores e líderes sendo investidos de autoridade sem qualquer preocupação com o atendimento à qualificações bíblicas, exacerbam-se não por um proceder exemplar, mas por um discurso ‘cheio de graça’ que acusa de legalismo todo e qualquer oponente que ouse importuná-lo.  Se Paulo recomendou a Timóteo: ‘ora, ninguém te despreze por ser jovem; mas, ao contrário, seja um exemplo para todos’, hoje em dia, se quisesse jogar na moda, Paulo teria que reformular: ‘olha, se algum legalista te desprezar, diga que ele não sabe o que é viver debaixo da graça’!
  Graça de Deus. Justiça de Deus. Qual ganha a parada?
...
fala-se também da graça que nos recebe e, “graciosamente”, segue convivendo conosco sem que nenhuma mudança seja exigida. De um lado, há quem mantenha o discurso de que a Igreja deveria ser uma agencia de salvação, pregação e um referencial de conduta cristã (como defendem os bons e velhos manuais de doutrina bíblica) e, de outro lado, há quem defenda que a Igreja deve ser graciosa como “gracioso é Deus”, aceitando tudo e todos da forma como a coisa é e está, limitando-se a ajudar os fiéis neste processo. Afinal, pecadores seguem pecando e seguem precisando do perdão de Deus, mesmo depois de salvos. E começam neste ponto as brigas entre os fundamentalistas e os tolerantes, entre os legalistas e os liberais, entre os isso e os aquilo, entre os de Apolo e os de Paulo...
Fico pensando na cara que Deus faz para toda essa discussão...
  Inventando nomes diferentes para pecado
Fiquemos com a nossa eterna mania de acharmos que estamos sempre certos. Falo da nossa renitente atitude em agir como se nunca errássemos, e como se não fossemos errar. Afinal, o mundo fala mal de quem erra. O mundo ensina que os erros nos depreciam. Mais ainda, assumir nossos erros torna-se coisa de fracos, de sensíveis, de sei lá o que. Diante da inevitável presença destes teimosos erros, que então criemos nomes melhores para eles.
  Levando a vida, segundo Zeca Pagodinho
Creio que é uma das melhores traduções da filosofia de vida que muita gente adota por aí: ser levado pela correnteza da vida. Gente que, como diz o Zeca, já passou por quase tudo nessa vida, mas em matéria de guarida ainda espera a sua vez. Que vai confessando ser de origem pobre mas de coração nobre, pois foi assim que Deus lhes fez. Gente que, se não tem tudo o que precisa, vive com o que tem. E se as coisas não saem como se quer, não se desesperam, pos o negócio é deixar rolar. Gente que vai, aos trancos e barrancos, para onde a vida lhes leva. E para não faltar a menção, agradecendo a Deus por tudo o que Ele deu.
Outro dia ouví esta música mais uma vez na televisão. E fiquei pensando na letra, como é meu costume...
  O ansiolítico de Deus
Gosto bastante de pensar que o processo de colocar nossas ansiedades ao pé da cruz traz-nos a paz de Deus. E Jesus Cristo, em pessoa, passa a tomar conta de tudo e guarda consigo e protege do mal as nossas vontades, as nossas intenções, a nossa inclinação em fazer isso ou aquilo, e nos mantém em juízo perfeito.
Não sou piscólogo ou psiquiatra (acho que, se vestir branco, vão pensar que sou  no máximo um açougueiro).. Mas sei como sou ansioso e como esta ansiedade pode me tirar do juízo perfeito, do equilíbrio, do estado normal, me fazendo tomar decisões e atitudes pouco pensadas e de consequências drásticas e indesejáveis.
Às vezes imagino o quanto de lucro o mercado farmacêutico de anti-ansiolíticos perdeu quando obtive de Deus este santo remédio.
  O desafio de perdoar
Está em nós a vontade de fazer justiça. Ficamos de olho e não deixamos que ninguém quebre algum direito nosso. A lei nos permite buscar ressarcimento por prejuízos que outros nos causaram. A moral e os bons costumes nos mandam “ferver” quando um crime hediondo é cometido. Festejamos quando os culpados por golpes e falcatruas são desmascarados e punidos.
  O Deus gracioso a quem se deve temer
A regra hoje é alcançar mais e mais pessoas. Bom e desejável. Mas a que preço, e em nome de quem? Só poderíamos faze-lo em nome de Deus, mediante os padrões Dele. Vale apresentar um “deus” frouxo, que morre na cruz para pagar por todo e qualquer pecado e safadeza que aprontemos? Que tolera todo o cinismo de bodes que se apresentam como ovelhas? Por mais que a graça de Deus seja inexplicável, incomensurável, Ele também é um Deus justo e temível.
Temor a Deus. Aí está algo de que muito pouco se fala hoje em dia. Talvez porque não se coadune com a “graça barata” que se oferece. Como temer a um “deus” que “topa qualquer coisa”?
  O mundo cinza das balanças desonestas
Nada melhor do que evocar o jeitinho brasileiro para lembrar da nossa capacidade de fazer com que a cor branca deixe de ser branca, e que a cor preta deixe de ser preta, e o cinza reine absoluto como a “cor do equilíbrio”. Pode ser meramente ilustrativo, mas você já parou para pensar que não importa se um cinza é claro ou escuro, continua sendo cinza?
  Qual o cheiro que você deixa por onde passa?
É verdade. Deus fez até uma jumenta falar (Números 22:28). Na hora da necessidade, por sua misericórdia e por sua soberania, ele usa até as pedras. Mas tenho minhas dúvidas que lá no céu veremos a jumenta de Balaão ou uma pedra ouvindo de Cristo: “bem está, serva boa e fiel”. Francamente, prefiro ter com Deus uma relação de filho, do que me enfileirar com pedras e jumentas. Prefiro viver a unção do Seu Santo Espírito a me encher em tudo e em todo lugar.
  Quando meu filho precisa de um pai
Se você também é pai concorda comigo. Morte de filho, nem pensar! Antes eu do que ele. Câncer, acidentes, drogas, qualquer outra desgraça moderna? Sai fora! ... cheguei a triste conclusão que tenho sido um pai mais preparado para os momentos em que meu filho não precisa de mim. Para os momentos em que ele mais precisa, parece que pulo fora.
  Quando um homem ama uma mulher
...assumo que já fiquei bobo por uma mulher. Já fiz músicas para uma mulher. Já fiz e faço poesias para uma mulher. Já sofrí e sofro por uma mulher. E não vivo sem uma mulher – a mesma de todas as frases, literalmente a única da minha vida – Thelma, com que estou casado há 21 anos. Some 5 anos de namoro, 26 anos. Mas amar uma mulher é muito mais do que isso. É muito mais do que ficar bobo por ela, de satisfazer seus caprichos, de sofrer por ela.
  Quem sabe não foi pra isso...?
... p
or habitar e circular entre o mundo empresarial e o ministerial há 26 anos acho que já aprendí a não me assustar com as anomalias. Aprendí a ver o que há de excelente em cada lado, e fugir do que há de mau. Aprendi que Deus é Senhor de ambos, e se ficamos vez por outra surpresos com o que vemos, jamais veremos Deus surpreendido com o que há. Ele sabe, e segue no controle de tudo.
A verdade é que Deus nos coloca onde estamos com finalidades que Ele conhece há muito, e que nos revela aos poucos. Como Ester, talvez eu e você tenhamos sido plantados em terreno específico, e mesmo que não consigamos ver ‘quais podem ser as intenções de Deus’, Ele as tem, por certo.
Enfim, temos nossas lições de casa. E é justamente para uma delas que eu quero agora lhe chamar a atenção. “Quem sabe não foi pra isso que Deus lhe colocou onde colocou?”
  Quem sou eu, afinal?
Você é um músico, artista, pregador de renome? Andam lhe descrevendo como ‘um grande homem de Deus’? Cuidado, meu caro, cuidado. As pessoas tendem a ver só o que você apresenta quando está de banho tomado, de cabelo penteado e com a barba feita. E tendem a afirmar coisas baseadas nestas versões, digamos, favoráveis a sua pessoa. Acredite nelas e você corre grandes riscos de se superestimar.
Melhor sempre levar a sério o que dizem sua esposa e seus filhos. Eles tendem a ser mais realistas e menos puxa-sacos, pois lhe conhecem muito bem.
  Quer marchar para Jesus? Marche! Pé na estrada!
Sem bandeiras, sem gritos de guerra, sem palavras de ordem, sem música de fundo, sem trio-elétrico, sem discursos. Deus nos chama a viver para ele. A servi-lo, e a assumir a estrada que temos a percorrer para alcançarmos o prêmio reservado aos que foram chamados de forma irrecusável por Jesus Cristo. Com platéia ou sem platéia, com dinheiro ou sem, seja de carro novo ou a pé, em dia de sol ou sob forte chuva. Que, como Paulo, possamos um dia constatar que decidimos pelo caminho de Deus, seguimos e combatemos o bom combate, terminamos a carreira e guardamos a fé.
  Tradição ou Tradicionalismo?
A tradição nos permite observar a fé dos nossos antepassados relatada em hinos. O tradicionalismo diz que estes hinos são mais “santos” que as músicas de hoje, que também relatam a fé dos nossos dias. A fé de cristãos de diferentes épocas no mesmo Deus! Como pode uma ser mais santa do que a outra?
  Trigo e joio
Trigo que cresce sadio é trigo que cresce com a seiva dada por Deus. Trigo feliz bebe na fonte. E se algum outro líder-trigo falar de algo que não bate com a fonte, não aceite! E se o mestre-trigo ensinar algo que não venha da fonte, delete! Vá beber direto da fonte. Serão eles joio? Que importa saber? Importa é que nosso crescimento seja provido por Deus. Na dúvida, só beba e coma da fonte. E só siga quem comprovadamente também o faz. Ambos estarão bebendo da mesma fonte, nunca um do outro.
  Um pé lá, outro cá
Por mais que alguém diga que não erra nisso (eu por vezes me pego pensando assim a meu respeito), é pura mentira. Somos todos farinha do mesmo saco. Se bem que alguns mais mergulhados no fundo do saco, outros mais perto da “boca”. Escondemos, travestimos, disfarçamos nossa indecisão atrás de palavras e frases “legais” (algumas até bíblicas): diplomacia, política, habilidade no uso das palavras, “falar temperado com sal”, e por aí vamos. Aliás, cá entre nós, nada de errado com estas últimas atitudes se elas traduzirem seu real significado: o da habilidade nos relacionamentos interpessoais. Mas quando elas nada mais são do que fachada para nossa dificuldade em tomar posição, nota zero!
  Vivo num espaço de vida quando dou todo espaço pra Deus
Eu me refiro aquele tipo de vida na qual pensamos quando dizemos: “Rapaz, isso é que é vida!” Esse tipo de vida, por certo, é muito mais do que a biológica. Tem mais a ver com a consecução dos nossos sonhos, desejos e ideais. Tem a ver com estarmos perto de gente querida, gente que amamos e que nos ama. Tomando emprestado o que diz uma música do velho grupo Boca Livre sobre uma viola, digo que vida assim “tem som de rio numa corda de metal, tem o mar num acorde final”.
   
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