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É uma revista virtual cristã, para a qual
escrevo, e que dirijo. Será um prazer te-lo como visitante e assinante (é
gratuita)
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Pós modernidade |
letra de |
Charles Melo |
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quando foi
escrita |
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música de |
Charles Melo |
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gravada |
em gravação |
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no trabalho |
''Diário de
Bordo' (2006) |
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Pedí ao Charles que escrevesse a história. Aqui
vai:
"Depois de ler um livro muito interessante, “Icabode”, de Rubem Amorese,
pensei em escrever alguma coisa que refletisse o modus vivendi da
atualidade.
O pluralismo, a privatização e a secularização tem levado as pessoas a
seguirem uma ética falida, porque não contempla mais o padrão do que é certo
ou errado segundo o que Deus estabeleceu na Bíblia. Então me lembrei de
algumas frases ditas pelo Prof. Ricardo Agreste durante as aulas de
Sociologia na Seminário JMC em São Paulo. Ele dizia que a geração atual é
mais intuitiva e menos racional. Assim é a nossa sociedade moderna vê as
opções diante de si.
Um dia, um guitarrista amigo meu, o Kiko, pediu que eu indicasse uma
cadência simples, de 4 acordes no máximo, para que ele treinasse alguns
improvisos.
Assim surgiu a cadência que comanda quase toda a música. A melodia surgiu
facilmente a partir da própria sonoridade que a cadência sugeria.
Pensando no livro do Amorese e nas aulas do Ricardo Agreste, escrevi a letra
sem me preocupar com padrões de rima, segundo a tendência pós-moderna. Isso
por volta de agosto de 2003.
Quando o João Alexandre ouviu a música, em março de 2004, sugeriu que eu
rimasse as frases, mas uma música pós-moderna não se preocupa com isso...
O meu amigo Fernando de Almeida, depois de ser um dos primeiros a ouvir a
música sugeriu o título: “Pós-Modernidade”.
Charles Melo
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Vivem dizendo que não há
mais padrão
Não há verdade, não há como crer
E vão morrendo, conscientes ou não
rumando cegos ao abismo
Vivem dizendo: todos certos estão
não há mais certo ou errado
a vida inteira se resume em opção
basta você escolher a sua
O amor se esfria cada dia mais e mais
por causa da competição
e os infelizes corações de cada um
são os troféus da cibernética
São vidas sem vida, são escravos do futuro
onde a esperança se limita ao seu viver
Mentes vazias de sinceras alegrias
onde a vaidade vai além da compreensão
A tolerância é a moda geral
só não toleram a Palavra
e vão morrendo, tendo unidas as mãos
por uma ética falida
são fast-foods, drive-thrus, express
é a sociedade imediatista
e abandonam o prazer da razão
por intuições que são banais
mas Jesus Cristo é o caminho pra se andar
é a verdade pra seguir
Somente Cristo tem a vida a oferecer
aquele que em Seu nome crer
e assim ter vida – ser liberto do pecado
ter esperança que ultrapassa o seu viver
crendo em Cristo que é a fonte de água viva
sendo por Ele verdadeiramente livre
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